Walking with stranger…

12 de junho de 2010 at 5:19 pm 1 comentário

Yaaa.. sábado… frio… tah mais frio que ontem O__O. Algo de bom pra hoje? hnn nada de anormal… É engraçado quando vc menos espera e um estranho no msn vem falar com vc  e quando vc mais espera que a conversa ainda vai ser mesmo produtiva vem um “Oi, tudo bem?”. Bem o ponto final foi pq acabou o assunto -_- … Não sei o que fazer hoje, já são 14horas e não programei nada…. Bah sabado de desespero e prazer.. prazer (cool) alguem me salve ou me tire dessa trilha do tédio. Não quero continuar a caminhar com essa pessoa estranha que sempre aparece em horas incertas e nunca lhe trás proveito.

My words are falling apart in spite of me.
I’m stepping out of the light so she can’t see.
Don’t think I’ll miss her, but I want to take her picture when I’ve found a place where she can’t find me
Falando assim parece que vou realmente desmoronar e acabar com tudo, mas não é bem assim… ainda há nesse mundo pessoas que não quero ou não penso em deixar. Você quer vir comigo? *estende a mão* Não prometo nada feliz mas não quero te deixar triste… prometo tentar ser uma boa companhia e não deixar meu amigo tédio estranho abraçar-lhe enquando eu estiver por perto. Estes longos braços negros nessa vasta escuridão que parece brilhar quando o sol não está mais aqui promete oferecer o carinho que um dia você me deu. E digo mais, prometo que neste mar de gente que não possamos ver você vai encontrar apenas uma que vai lhe satisfazer todos os desejos como um bom e velho homem. Dizem que não há mais cavalheiros (ou seria cavaleiros?) nessa terra. Por partes concordo, mas por minha outra parte discordo. O cavalheirismo não deixou de existir, assim como as damas e amazonas permanecem no coração de quem acredita. Cabe a nós, seres racionais, lembrar que infelizmente vivemos numa sociedade radical e selvagem, então no meio de tantos cravos, rosas e camélia você vai encontrar a sua margarida ou viver como um cravo por longos anos.
Em uma tarde intrigante,
Em um quarto cheio de vazio,
De maneira livre eu confesso,
Que estava perdido nas páginas.


De um livro cheio de morte,
Lendo como morreremos sozinhos,
E que se formos bons nos deitaremos para descansar,

Em qualquer lugar que queiramos ir.

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frio e cappuccino

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  • 1. Ana Carolina  |  12 de junho de 2010 às 5:32 pm

    Começo a conhecer uma parte desconhecida por mim de você, e cada vez que leio algo que você escreve, a cada post, tenho mais e mais orgulho ainda de ter você como amigo, poucas pessoas conquistam ou sabem manter uma amizade forte e divertida como a nossa, e saber que temos uns mesmos pensamentos, e acreditamos em base em mesmas coisas, faz eu admirar mais e mais você, parabéns David ( viu não é só quando eu fico com raiva)
    parabéns.

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